Assine um acordo de paz, com você. Decrete uma trégua, hasteie a bandeira branca. Simplesmente perdoe-se. Sem remorso, culpa ou auto-punição. Entenda seus limites, e aceite-os com benevolência. Seja solidário, consigo mesmo.
Essas duas substâncias foram proibidas pela FDA (a similar da ANVISA norte-americana), porque estudos demonstraram que elas podem provocar sérios problemas à saúde, como alterações hormonais, fraqueza muscular, e até prejudicar o desenvolvimento do feto. Elas são amplamente usadas pela indústria de cosméticos aqui no Brasil. Assim que antes de comprar sabonetes (principalmente os antibacterianos), pasta de dentes, xampus, etc., leiam o rótulo.
Me orgulho muito do caminho que tive a sorte de trilhar até aqui. É verdade que, por vezes, esquivando protagonismos, ou optando por observar ao invés de exceder-me palavras, mas sempre movimentando-me entre o grupo dos considerados fracos, rebeldes, sonhadores e felizmente incompreendidos. Ontem vi uma foto que me fez duvidar da veracidade do meu passado. Será mesmo eu? É que sinto como se renascesse a cada dia que acordo, como se caído de alguma d imensão para o momento atual em que me encontro. Assim foi quando me encontrei em Cuba, na Venezuela, ou em meu passo pela Costa Rica, Guatemala, El Salvador, Nicaragua, Argentina, Bolivia, Peru. Sempre com aquela enigmática sensação de que houvesse nascido para estar justamente ali, naquele momento, naquele lugar. Jamais cogitei a possibilidade de não dar o meu melhor nem tentar ser melhor a cada dia. Confesso que tenho certa dificuldade para lembrar detalhes do que já aconteceu e reconheço-me pouquíssimo no passado. Meus amigos...
Nascido em Brasília, criado e habitante de Taguatinga. Talvez os surpreenda, mas nunca sonhei com ser médico. Quando adolescente, demonstrava maior interesse pelas ciências exatas, tanto que prestei meu primeiro vestibular para a carreira de engenharia de redes. Não consigo ainda identificar os motivos exatos que me levaram a tal, mas, dois meses após concluir o ensino médio, aceitei, sem titubear, o desafio proposto por meu pai de estudar medicina em uma ilha do Caribe - com 17 anos -, através de uma bolsa de estudos integral oferecida pelo governo cubano por meio de sua embaixada aqui no Brasil, graduando-me como médico pela Escuela Latinoamericana de Medicina no ano 2010. Depois de formado, com muita disposição, mas ainda repleto de incertezas (e, confesso, sem muita vontade de regressar ao Brasil), optei por ir para a Venezuela trabalhar como médico do Batalhão 51 , vinculado ao programa de residência em Medicina de Família e Comunidade (lá denominado Medic...
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